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sexta-feira, 7 de março de 2014

Luzes da Sabedoria





Luzes da Sabedoria

Vindas das mais celestes dimensões,
Adornadas dos raios do lindo dia,
Brilhos intensos, em cores e expressões,
Teosóficas luzes da Sabedoria.

Que começam a cintilar, meus dias,
De maravilhosos anseios, liberdade,
Ocultas verdades, intensas poesias,
Dos Mestres da Branca Fraternidade.

Chegam estrelas, poderes em levas,
Sinfonia perfeita no meu Ser desperto,
Energias solares que vencem as trevas,

Naus que desbravam o mar deserto,
Sopros divinos dos grandes Devas,
Que em luzes potentes me fazem liberto.

Xexeu Barros.




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Desenvolver a Virtude




Desenvolver a Virtude

Força que ao supremo bem direciona,
Disposição da alma em amplo sentido,
Areté Socrática que enlaça e apaixona,
Hábito constante a ser desenvolvido.


Desenvolver a Virtude é a necessidade,
A prudência, a justiça, a temperança,
Com a fé, a esperança e a caridade,
Fortaleza perfeita de vida e bonança.


Masmorras aos vícios, construir, atitude,
Fazendo a ignorância pra sempre morrer,
Libertar a paz interna, a doce quietude,


Grito libertário de não mais sofrer,
Aprendiz que ergue seu Templo à Virtude,
À Moral e à Verdade em sua forja do Ser.

Michell Barros Maia.


domingo, 9 de fevereiro de 2014

O Lapidar da pedra bruta






O Lapidar da pedra bruta

Ser humano, criatura e feição divina,
Sendo pedra bruta a ser lapidada,
Aspirante que ao templo se aproxima,
Obra prima a querer ser acabada.


Desafiante da esfinge enigmática,
Iniciado nos mistérios do universo,
Bom discípulo da ciência matemática,
Aprendiz escrevendo o próprio verso.


Mãos à régua em precisão e certeza,
Que busca a retidão nas razões morais,
Cinzel desbastando sua própria natureza,


Em cortes resistentes numa força tenaz,
Golpeando com o maço, vigor e leveza,
E que constrói em si  virtudes imortais.


Michell Barros Maia.


domingo, 26 de janeiro de 2014

Ao Templo Adentrar






Ao Templo Adentrar

Semelhança é o homem da divindade,
Criatura, imagem a ser acabada,
Teimoso, sedento por toda verdade,
Pedra valiosa a ser lapidada.

Profano que busca ao templo adentrar,
Criança inocente dos conhecimentos,
De chaves, de enigmas a ver decifrar,
Mistérios, em vidas, em deslocamentos.

O homem, o edifício a se construir,
Mas que olha somente para o exterior,
Repleto de angústias a lhe consumir,

Procura intensa, incessante labor,
Inconcluso espírito a se evoluir,
No templo erguido em seu interior.


Michell Barros Maia.




quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Visita ao Centro da Terra






Visita ao Centro da Terra

O homem a vencer a luta constante,
Aproveitar o viver, mas da morte lembrar,
O ser a rosa que fenece a cada instante,
E o grão de trigo que morre e faz brotar.

Necessária é a visita ao centro da Terra,
Decifrar na penumbra a luz e os elementos,
Nos olhos fechados, a paz e a guerra,
Abertos em si de alegrias, lamentos.

As imagens de morte e vida, a refletir,
O medo e coragem parceiros inseparáveis,
Fênix renascida do chegar e do partir,

O saber, vencedor das paixões execráveis,
Que depura no fogo a ignorância a banir,
Que se cobre de luzes, virtudes louváveis.


Michell Barros Maia.


sábado, 18 de janeiro de 2014

Internet Cósmica




 Internet cósmica



Eu fecho os meus olhos em meditação,

Elevo o meu ser, vibro ao Criador,

Harmonicamente numa linda canção,

Da internet cósmica sou navegador.




Buscando ser “um” com a divindade,

Eu faço da paz meu grande pendão,

Viver aprendendo, buscando a verdade,

A matéria não seja mais meu aguilhão.



Canta ó minha alma, o meu libertar,

Na forma mais pura ausente de dores,

Vibração poderosa que me faz brilhar.



Jardins encantados repletos de Flores,

Canta ó minha alma, aprende a amar,

Que eu veja no “outro” teus esplendores.



Michell Barros Maia.



sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Minhas Quatro Estações





Minhas Quatro Estações


Aspirações, alegrias dos meus sorrisos,
Ao pulsar do novo ano de luminescência,
A primavera dos meus sonhos precisos,
Vem trazer o meu futuro, a existência.


Em selvas de pedras, campos desertos,
Propaga-se a luz, minha voz persistência,
No verão de emoções, versos descobertos,
Misturam-se os egos de minha consciência.


O Saber e o poder, discernir e enxergar,
No outono, os frutos prontos pra colher,
Conhecer a si mesmo e a si mesmo cuidar,


Translações repentinas, na Terra a mover,
Nuvens carregadas, no inverno a chegar,
Que chovem as palavras em meu entender.

Michell Barros Maia.