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sábado, 18 de janeiro de 2014

Internet Cósmica




 Internet cósmica



Eu fecho os meus olhos em meditação,

Elevo o meu ser, vibro ao Criador,

Harmonicamente numa linda canção,

Da internet cósmica sou navegador.




Buscando ser “um” com a divindade,

Eu faço da paz meu grande pendão,

Viver aprendendo, buscando a verdade,

A matéria não seja mais meu aguilhão.



Canta ó minha alma, o meu libertar,

Na forma mais pura ausente de dores,

Vibração poderosa que me faz brilhar.



Jardins encantados repletos de Flores,

Canta ó minha alma, aprende a amar,

Que eu veja no “outro” teus esplendores.



Michell Barros Maia.



2 comentários:

  1. Do Poema eu gostei dos primeiro Versos: e com um pouco mais de desprendimento, você possa ir mais longe; mas não quero te trazer nenhuma preocupação neste sentido, pois você não precisa da preocupação... Agradar a melodia suposta por alguém, nem a minha. Focalizo um detalhe: "A matéria não precisa mais ser meu aguilhão"; e procuro observar a amplitude desta expressão; se matéria signifique bens; se Matéria possa significar a inexistência do Eu consistentemente material, e que possamos nesta vida, dentre de tudo material que possa estar agregado em cada ser humano, a inexistência da densa carapaça de Materialidade a qual estamos subjugados: onde até nossos sentimentos espirituais, perdem-se nesta Natureza Material, mas que não impede no transcorrer da nossa evolução; a Espiritualidade fluir, sem dano algum a natureza Física; deixa pois, a maturidade trazer essas partículas que lentamente irão nos conduzir em parâmetros de Espiritualidade maior, e de forma imperceptível nas nossas ações; senão seremos conduzidos a conceitos para-psicológicos, ou distúrbios do Campo-Psi, na equivalência da: Fascinação. Endeusamento, Encantamento, Idólatras de si; fugindo inconsequentemente do perfil da normalidade.
    Desculpa-me! é minha obrigação zelar (por que não! Advertir), a pessoas que tenho como você; não só na condição de Tio, mas todo caminho que você trilhar... Diz-me (uma vírgula) respeito.

    Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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