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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Pensar, logo existir




 
Pensar, logo existir

Senso sublime, razão pulsante,
Sinergia perene, do ser, persistir,
Ciente energia, força resultante,
Vibração do pensar, logo existir.

Ondas cerebrais multicoloridas,
Libertas sinapses, quimicamente,
Substâncias sedentas entorpecidas,
Procura e certeza, do todo à mente.

Eternos sofismas, visão escondida,
Que agradam a gregos e troianos,
Intrinsecamente, achada e perdida.

Que vive a vencer todos os planos,
Razão interna, dimensão esquecida,
Existência, certeza, dos cartesianos.

Michell Barros Maia.

terça-feira, 29 de março de 2016

Caminhar no Vazio










Caminhar no Vazio

A busca profunda que a paz conduz,
Instintos sedentos, toda percepção,
Caminhar no vazio, a procura de luz,
O todo, o nada, em sua intersecção.

Sinergia incessante, em si revelada,
Discrepância atroz, mui benfazeja,
Quântica energia, infinita, selada,
Sinfonia sublime, na alma troveja.

Do caráter, ser esforço constante,
Da razão, ser caminho e verdade,
A criação, um esforço, um instante,

Que demonstra respeito, lealdade,
Controlar o espírito, e não obstante,
Ser caminho vazio, numa realidade. 
                                                                                                   
                                                          Michell Barros Maia.

domingo, 27 de março de 2016

Renascer das Cinzas







Renascer das Cinzas

Ilusões repentinas, totais efusões,
O ser no fogo, o corpo a queimar,
Sulfúricos gases, precisas razões,
Renascer das cinzas, sempre teimar.

Renascer e morrer, cair, levantar,
Sentidos incertos, vida inconstante,
Ruídos, silêncios, odiar e amar,
Paradoxos vivos, no olhar distante.

Infinita  certeza, do pobre mortal,
Da dureza, e do brilho, do diamante,
Das almas perdidas no velho umbral,

Destruir, recriando, o ser constante,
Nas chamas, a fênix, tenaz imortal,
E na morte, a vida, o certo instante.

Michell Barros Maia.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Voz da Liberdade








Voz da Liberdade

Ouve-se o brado de um heroico povo,
 Sonoro esplendor, em sua galhardia,
Grita aos céus, e renasce de novo,
Voz da liberdade, ainda que tardia.

Retumbante pendão da esperança,
Sacrossantas virtudes a tremular,
Símbolo vivo, mais pura lembrança,
Místicas poesias, em seu postular.

Notas estridentes, do Ser Desperto,
Liberdade, em sua voz, sempre certa,
Compostas nas luzes, do Ser Liberto,

Traduzida, nas mentes, grito de alerta,
E nas vozes que clamam no deserto,
Ser certeza constante da descoberta.

Michell Barros Maia.