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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Muros Invisíveis

Muros Invisíveis







E comecei a construir os muros invisíveis,
De karmas, miasmas, repetições inaudíveis,
Meus gametas agrupados vindos da fecundação,
Surreais já fantasiam minha vida, minha ilusão.


Na forja da minha consciência comecei a criar,
As substâncias existentes e imateriais a misturar,
Meus gestos, erros, meus sonhos imprevisíveis,
Meus silêncios, acertos, realidades indefiníveis.


E houve a luz que forte destruiu as trevas,
E houve a matéria densa, movimentos, em levas,
E houve aparente paz, mas houve muitas guerras.


Entropias frenéticas, tudo se cristalizando,
Anabolismos inconstantes, tudo se sintetizando,
E meus muros invisíveis, todos se materializando.








Michell Barros Maia.



Um comentário:

  1. É por aí!Cara! No 'enquadradismo' dos seus versos: desafiando os Intelectos, e castigando a inspiração... Por dedução.
    E nesta você abusou
    Tirou partido de tudo
    Abusou!

    Parabenizo-te, mas neste exato momento não posso alongar-me: mas farei um comentário posterior: bem da forma que gosto... Não economizo palavras; principalmente quando admiro.
    Um grande abraço dos, "Anônimos da Poesia e da Arte".

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