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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Do Pensamento ao Infinito




Do Pensamento ao Infinito

Bem mais que uma reação neuronal,
Ou uma prova da existência do ser,
Do pensamento ao infinito sem igual,
Em sinápticas amarras de poder.

Bioquimicamente ação e reação,
Da metafísica, amigo e companheiro,
Uma parte que embriaga a emoção,
E um todo que domina o mundo inteiro.

O que nasce paciente, em mente aberta,
O que vive a sofrer e a duvidar,
Decartianamente em si desperta,

Dopaminas em correntes a banhar,
As mentes reluzentes já libertas,
Cosmogônicas estrelas a brilhar.


Michell Barros Maia.



2 comentários:

  1. Michell! Foi difícil o acesso ao seu Blog, pois inicialmente me deparo com a observação: "Solicitação Ilegal Http 400". Não dá pra entender: pelas duas portas que me acessam a você: tenho dois empecilhos, sem contar com a penalização por visualizações de páginas se lhe procuro através dos 'Anônimos da Poesia e da Arte": mas mal começo estas considerações me sinalizam: 'Que se está providenciando a viabilidade deste procedimento": onde está a razão? E você não pode ser penalizado por minhas discordâncias; e são estes os pensamentos que me afligem. é muito fácil se falar em Liberdade de Expressão, e de Comunicação; como é tão símile o Colostro do Mame, e do Desmamem; que nos deixam a Revel/Refém dos Sistemas e dos seus Tentáculos: independente do qual, ou quais; pois todos se apossam sorrateiramente desta Liberdade da qual nada mais representamos que pedintes de Pides; os donos dessas soberanias onipotentes: aonde deuses, e semi-deuses se opõem, ao pensamento livre, as cabeças pensantes que ainda restam nesta terra: não ! Estas não podem! E o bom Cabrito dizem que não deve berrar, mas isto é prática aplicável na Lei do Cabresto: quando do 'Cambito" já fugi; e quando da Ignorância eu me liberei, e quando ainda persisto nesta Tese... Os Mares foram feitos para navegar; e para o Navegador basta-lhe o conhecimento, e o respeito que possa ter, e saber quando a sua Bandeira seja colocada (Proa; ou Popa), na dependência das águas em que estiver.
    As suas Poesias exigem concentração, e este contratempo não me permitiu, mas volto depois; devo dois comentário a você.
    Um grande abraço! E espero que esta "malha" não te prenda.
    Dos, "Anônimos da Poesia e da Arte".

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