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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Na prisão sem muros






Na prisão sem muros

Em vão pensa ser livre, tolo ser humano,
Réu aprisionado em longas existências,
Na prisão sem muros, um medo insano,
Buscando suas próprias reminiscências.

Resplandecentes devaneios e aspirações,
Da liberdade almejada, apenas visagens,
Gritos constantes, traumas, inquietações,
Suas vidas e corpos, apenas roupagens.

Seu sonhar com o Céu, uma constante,
Uma fuga diária, da Terra, seu mundo,
Seus Karmas o cercam no “eu” vibrante,

O apertam, o castigam no “ser” fecundo,
Na prisão sem muros, num breve instante,
Em milênios, suas dores, o tocam profundo.


Michell Barros Maia.



5 comentários:

  1. Amigo Michelly para minha prmeira vez em seu blogger,direi que gostei do que li..
    apesar que teria aqui um tema para mais proza,,pois sáo temas sempre delicados..
    mas ficou óctimo..abraço de barcelona

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  2. bela poesia ,parabens

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  3. Você é Você cara! Cada vez melhor que antes: e a cada dia uma alegria a mais para mim.
    Sem mais... Anônimos da Poesia e da Arte.

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